quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

EDIÇÕES ANTERIORES DA REVISTA MUNDO COMEX

Caros,

Dêem uma olhada no link da revista Mundo Comex:

http://www.mundocomex.com.br/img/pdf/55Mundo422.pdf

André Coelho

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Se você quer voar

"Se você quer voar, primeiro aprenda a ficar de pé e andar". Friedrich Nietzsche (filósofo alemão 1844-1900)

sábado, 8 de outubro de 2011

Reintegra, o reembolso de 3% do valor das vendas, criado com o programa Brasil Maior, de política industrial.

"Somente no ano que vem os exportadores começarão a receber os benefícios do Reintegra, o reembolso de 3% do valor das vendas, criado com o programa Brasil Maior, de política industrial. O Reintegra garantirá a exportadores de mercadorias de maior valor agregado o equivalente a 3% do valor de suas vendas ao exterior, mas a regulamentação do esquema, que já está pronta, só será oficializada depois da aprovação da Medida Provisória 540. A MP, com a maior parte das ações do Plano Brasil Maior, deverá ser votada na Câmara dos Deputado na segunda-feira e depois enviada à votação no Senado, em data ainda a ser marcada.

O objetivo do Reintegra é repor, para os exportadores, parte dos impostos cobrados nas etapas anteriores da cadeia de produção, que não chegam a ser compensados com a devolução de impostos indiretos garantida em lei. Produtos primários, como soja e café e minério de ferro, não receberão o benefício, evidentemente"...

http://www.valor.com.br/brasil/1038840/exportador-tera-reembolso-so-em-2012

Senado holandês acaba com o papel e adota os tablets

07/10/2011

Por Roberta Cowan | Reuters
ASSUNTOS RELACIONADOS
Senado da Holanda adota tablets para abolir o papel
07/10/2011

"Senadores da Holanda não vão mais forçar as costas ou carregar documentos pesados do trabalho para casa. Em um futuro muito próximo, todos eles devem portar somente os seus iPads. Quando retornaram do recesso de verão, há 15 dias, eles foram informados de que deveriam parar de imprimir documentos e gastar papel para aprender a usar o novo aplicativo especialmente projetado para os seus tablets ".

http://www.valor.com.br/impresso/primeira-pagina/senado-holandes-acaba-com-o-papel-e-adota-os-tablets

Veja em 3D como será o Porto Sul da Bahia

Vídeo institucional da Petrobras sobre o Gasoduto Sudeste-Norteste (Gasene)

Video institucional da Ferrovia Oeste-Leste

Obras incríveis Porto de Roterdão completo parte 1/4.flv

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Entenda melhor o Super Porto do Açu

Plano Brasil Maior - Inovar para competir. Competir para crescer

1/7) Eike Batista - Palestra FEA USP

Agronegócio, bebidas e celulose gastam mais com logística

21/09/2011

Agronegócios, bebidas e papel e celulose são os setores da economia brasileira que mais gastaram com logística em 2010. É o que mostra a pesquisa Custos Logísticos 2011, divulgada pelo Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), que apresenta dados sobre os custos de logística de 11 grandes setores da economia brasileira em 2010.

Enquanto a média geral de gastos foi de 8,5% em relação à receita líquida, o setor de agronegócios gastou 13,3% de sua receita líquida com logística, o setor de bebidas gastou 12,1% e o de papel e celulose, 11%.

Maurício Lima, diretor de capacitação do instituto e autor da pesquisa, afirma que o seguimento de agronegócios tem um gasto maior com logística “porque gera grandes volumes de baixo valor agregado” e precisa de maior infraestrutura de transportes.

Segundo ele, as grandes empresas de agronegócios estão fazendo investimentos em infraestrutura de transporte para escoar sua produção. No entanto, esse quadro limita o número de empresas capazes de competir globalmente.

Do outro lado, entre os que menos gastaram, estão os setores automotivo e autopeças, com 3,3% da receita líquida; eletroeletrônicos, com 4,9%; e higiene, limpeza, cosméticos e farmácia, com gasto de 7,0% em relação à receita líquida.

O estudo aponta ainda que quase metade das companhias (43%) tem dado prioridade igual à melhoria dos serviços e à redução dos custos com logística. Porém, 69% dos gastos com logística das empresas são atribuídos a terceiros, um valor total de R$ 270 bilhões por ano.

O estudo baseou-se nas informações de 99 empresas, todas pertencentes ao grupo das mil maiores empresas do Brasil. A pesquisa foi divulgada durante o XVII Fórum Internacional de Logística, no Rio de Janeiro

12 de setembro de 2011 – 14:49h
Autor: Valor Online – http://www.sonoticias.com.br/agronoticias/mostra.php?id=46154
Fonte: http://hrmlogistica.wordpress.com/2011/09/20/agronegocio-bebidas-e-celulose-gastam-mais-com-logistica/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+wordpress%2FCFgO+%28HRM+Log%C3%ADstica%29

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

QUESTIONÁRIO

Caros,

Estou desenvolvendo um questionário que pode ajudar bastante no diagnóstico de uma empresa.

Vou agregar noções de Comex Logística

Ainda é embrionário e espero que vocês contribuam

A maioria dos textos, e parte das perguntas, foram elaboradas com base nos livros da coleção HARVARD BUSINESS ESSENTIALS e na parte de logística Gestão de Custos Logísticos de Faria e Costa.

Segue:

DESCOBRINDO O NEGÓCIO

Orientação: Mesmo que tenha respondido verbalmente é, para o processo, necessário que se responda cada questão ao menos com uma palavra ou com esboço.

"Sem a equipe correta nenhuma das partes a partir de agora realmente importa"

PERGUNTAS INICIAIS

1 - Quais os principais elementos do negócio?
2 - Quais as metas da empresa?
3 - Qual medida será necessária tomar para proteger a propriedade do insight do projeto?
4 - Procuramos por preço ou mix de produtos?

PERGUNTAS CONSTANTES NO “ANDAR DA CARRUAGEM”

Os números de despesas são confiáveis?
Os números das receitas foram conservadores?
Quais as estratégias de propaganda? (essas devem ser diversificadas!).
Os números são críveis?
Os clientes podem mudar de gosto?
Quão sujeito a mudanças de tecnologia a empresa está?

BLOCO 1 - OPORTUNIDADE

1 – O produto/serviço cria valor significativo para os clientes ao resolver um problema importante, ou atender uma necessidade relevante, pela qual eles estão dispostos a pagar?
2 – O projeto oferece um potencial de lucro significativo ao empreendedor e aos investidores - o bastante para cumprir as expectativas de risco/recompensa?
3 – O projeto ajusta-se bem as capacidades do fundador e da equipe gerencial - isto é, é algo em que tenham experiências e habilidades comprovadas?
4 - É durável, no sentido de que a oportunidade de lucro persistirá por um período razoável de tempo? - Isto é, não é baseado em uma moda passageira nem numa necessidade que desapareça rapidamente;
5 - A oportunidade é passível de financiamento? - Pode-se pensar que uma idéia comercial promissora sempre encontrará apoio financeiro, mas a experiência ensina o contrário.

Texto - O potencial de lucro é significativo se for capaz de transformar-se em lucro dois ou três anos depois, gerar U$ 5 milhões em vendas em cinco anos, com uma margem de lucro de 10 a 20% e, se tudo correr bem, 20% de crescimento anual de receita nos cinco anos seguintes.

BLOCO 2 - MODELO CENTRAL

1 – No quê as grandes empresas do ramo não estão se preocupando?

BLOCO 3 – PERGUNTAS BÁSICAS

1 - Como o serviço beneficiará o cliente?
2 - Quantos clientes vamos beneficiar? Qual o tamanho do mercado?
3 - Qual a taxa anual de crescimento para este ano (atual) em diante? (fazer matriz Ansoff)
4 - Que porcentagem do mercado total podemos esperar captar nos próximos anos?
5 - Há um outro serviço disponível para atender a demanda ou parte dela?
6 - Os clientes em potencial estão cientes de que sua necessidade deste serviço é latente, isto é, trata-se de uma carência não descoberta?
7 - Quem são os clientes em potencial? Você pode nomeá-los? Pode descrevê-los?
8 - Como pode alcançar os clientes em potencial e fazer uma transação - diretamente?
9 - Qual é a utilidade do serviço em relação aos substitutos (perfeitos ou imperfeitos)?

BLOCO 4 - MERCADO

1 - Como os clientes satisfazem atualmente a necessidade que você identificou?
2 - Quais os pontos fortes e fracos dos concorrentes?
3 - Como um concorrente inteligente reagiria à sua entrada no mercado?
4 - As barreiras à entrada são altas ou baixas?
5 - Os concorrentes atuais mostraram-se ágeis e responsivos às necessidades dos seus clientes?
6 - Qual a pior coisa que um concorrente pode fazer para a perspectiva do seu negócio?
7 - Você tem como respaldar as respostas acima?
8 - Qual a estrutura de lucro do negócio?
9 - Qual a estrutura de custo do negócio?
10 - O negócio irá determinar o preço do mercado ou seguirá o patamar já estabelecido? Quais as restrições sobre os preços que a empresa pretende disponibilizar?
11 - Qual a situação de oferta/demanda relativa ao serviço?
12 - A demanda é elástica ou inelástica?
13 - Que substituto os clientes tem em potencial para o seu serviço?
14 - O negócio será dominado por custos fixos ou variáveis?
15 - Até que ponto os fornecedores e funcionários podem forçar um aumento no custo proposto?

“Ponto de equilíbrio - número de unidades que precisará vender antes de ter lucro”.

BLOCO 5 – PRÉ-OPERAÇÃO E OPERAÇÃO

Modelo de negócio - além de modelar os custos e as receitas, o modelo de negócios é um sumário de decisões e trade-offs referentes ao foco do negócio, realizado por uma empresa, para ter lucro?

1 – Qual a quantidade e a natureza das contribuições de capital?
2 - Como lucro e possíveis perdas do negócio serão distribuídos?
3 – Qual a política de salários a ser adotada?
4 – Como funcionará o pró-labore?
5 – Quais as responsabilidades gerenciais?
6 – Quais as conseqüências por afastamento de um dos sócios?
7 – Quais os meios de dissolução e liquidação da sociedade?
8 - Como superar divergências?
9 - Como agilizar o processo de decisão no caso de desacordo dos sócios?
10 - O modelo legal/tributário atende a evolução do negócio?

Como a empresa se propõe a ganhar dinheiro?

BLOCO 6 – RECEITAS

1 – Quais as fontes de receita?
2 – Quais as fontes propulsoras de custo?
3 – Qual o porte do investimento necessário?
4 – Quais os fatores críticos de sucesso?
5 - Qual a cadeia da produção/operação (compra de matéria prima, layout, transporte, venda, entrega, manutenção)?
6 - Qual a cadeia de venda (como encontrar e transacionar uma venda?)?
7 - Quais as formas de recebimento das vendas?
8 - Qual a força de atração do cliente para o seu negócio?

BLOCO 7 – ESTRATÉGIA

1 - Como tarefas essenciais da cadeia de valor podem ser bem realizadas (melhor qualidade percebida, maior conveniência, entrega mais rápida e/ou um custo menor)?
2 - Qual a estratégia competitiva?
3 - Qual a diferença deste negócio para outros?
4 - Termos um posicionamento à base da necessidade, na variedade ou no acesso?
5 - Qual valor sua estratégia pretende oferecer?
6 - O que suportará a estratégia?
7 - Quais serão nossas competências como organização? Como garantir uma vantagem em relação a nossos clientes?
8 - Que recursos apóiam ou restringem nossas ações?
9 - Quais as alternativas para a estratégia? (trace até cinco cenários e planos de ação para a estratégia)
10 - Qual informação está faltando para respaldar as perguntas acima?
11 - Como se livrar do pensamento corporativista?
12 - Como fornecer um mix único de valor aos clientes?
13 - Como adquirir recursos já alinhados para este mix?

Dicas:
Reconhecimento requer a capacidade de admitir um erro:
Reconhecer más notícias, revelar como problema e reagir rapidamente!

BLOCO 8 - MARKETING

1 - Quais os primeiros clientes potenciais?
2 - Qual a receita potencial de venda?
3 - Quais as exigências dos clientes?
4 - Qual a importância de cada conveniência, percentualmente, para o segmento?
a) Compra
b) Entrega rápida
c) Mix
5 - Qual a forma de ter acesso efetivo a cada segmento?
6 - Qual a abordagem adequada de venda e de promoção?
7 – Qual a análise de como serão tomadas as decisões de compra?
8 - Qual a sensibilidade do cliente ao preço?
9 - Qual o custo de aquisição e retenção de clientes?
10 Quais os pontos fortes e fracos dos concorrentes e suas prováveis reações quando a empresa entrar no mercado?
11 Quanto deverá ser o gasto no primeiro ano em publicidade e esforço de venda? – Normalmente estes gastos são subestimados.

BLOCO 9 – LOGÍSTICA

1 Quais as necessidades dos clientes?
2 Que mercados serão atendidos?
3 Qual a variedade de produtos será necessária?
4 Como, quando e onde será realizada a produção?
5 Qual o nível de inventário a ser mantido?
6 Quantos fornecedores serão necessários?
7 Quando, onde e como deverá ser movimentado e mantido o estoque?

Serviço ao cliente

Quais os custos associados aos diversos níveis de serviços aos clientes?
Quais os trade-offs necessários?
Quais os benefícios ou perdas incrementais?

Estrutura do Canal

Quem deve ser envolvido na distribuição de produtos aos clientes?
A empresa poderia distribuir por meio de atacadistas, diretamente a varejistas ou diretamente a consumidores finais com um catálogo?
Quais os efeitos dos Custos Logísticos na margem de distribuição por produtos, por região, por cliente ou por vendedor?
Podem ser explorados novos mercados?
Quais os papéis para cada membro dos canais de distribuição?

Estratégia de rede

Quantos armazéns deveriam ser utilizados e onde devem ser localizados?

Estruturas e operações de Armazenagem

Qual o espaço necessário?
Algo pode ser modificado para aumentar a capacidade e os ganhos?

Gerenciamento de Transporte?

Qual o mix de modelos de transporte deveria ser usado?
Podem-se obter vantagens de sistemas de transporte inovadores?

Gerenciamento de Materiais

Qual o nível ótimo de inventário?
Quão sensível é o inventário a mudanças nos padrões de armazenagem ou nos níveis de serviço aos clientes?
Qual o custo de manutenção do inventário?
Deveriam ser aumentadas as entregas ou aumentados os níveis de inventário?
Deve haver alguma mudança na embalagem?

Planejamento da Produção

Quantos setups de produção são requeridos?
Quais plantas ir~~ao produzir cada produto?
(Mesmo que não seja um elemento da pirâmide logística, o planejamento de produção exerce maior impacto nas decisões de administração da cadeia de suprimentos)

Sistemas de informação

Até que ponto os processamentos de pedidos deveriam ser informatizados?
Quais sistemas são necessários para apoiar novas estratégias?

Políticas e procedimentos

Como deveriam ser modificadas as regras-padrão para enfrentar mudanças de condições?
Quais atividades devem ser desempenhadas para aopiar os relacionamentos dos canais?

Instalações e equipamentos

Deveriam ser utilizadas (ou reformadas) as instalações, os hardwares e equipamentos de movimentação? Em que momento?

Organizações e Gerenciamento de Mudança

As comunicações atuais com empregados são adequadas ou devem ser melhoradas?
Quem deve ser envolvido no planejamento para responder 'as questões relacionadas 'as mudanças das condições atuais?
Como os processos devem ser estruturados?


BLOCO 10 – OUTROS

1 Como criar um espetáculo?
2 Como fazer o negócio ser difícil de copiar?
3 Como fazer a marca ser duradoura?
4 Como responder a necessidades mutantes que precisam de respostas novas?
5 Como sermos criadores de conteúdo?
6 Como nadar no oceano azul [no azul, em vez de lutar com a concorrência para conquistar clientes, criam nova demanda abrindo novos setores.]?
7 Como cultivar o equilíbrio entre a criatividade e a rentabilidade?
8 Como criar uma cultura que leva em conta as necessidades dos funcionários [tratar o outro como gostaria de ser tratado]?

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

CONCEITOS IMPORTANTES DE TRANSPORTE INTERNACIONAL

Agente do Navio - é o representante do armador para um ou mais portos.

All-in - cotação de frete na qual todas as despesas de carregamento, descarga, e taxas portuárias do navio estão incluídas.

Allowance - desconto

Armador - pessoa jurídica que em seu nome e sob sua responsabilidade, apresta o navio a utilizá-lo na indústria de navegação.

Armazenagem- é a fiel guarda e conservação das mercadorias em local alfandegado ou não.

At shipper’s risk - a risco do embarcador. Geralmente refere-se ao transporte de carga no convés do navio, quando assim autorizado pelo embarcador, apesar dos riscos.

Baltic Exchange - é uma Bolsa de Fretes situada em Londres, onde cargas e fretes são negociados em sessões diárias entre corretores e afretadores, compreendendo principalmente o transporte de granéis em navios “tramp”.

Afretamento a casco nu (Bareboat charter) - é o afretamento sem equipagem, combustível e outros itens essenciais à sua operação, ficando todos estes a serem providenciados pelo afretador.

Bojo (Bilge) - parte interna e arredondada do fundo do navio na sua interseção com os lados.

Boca (Breadth) - largura do navio medida de um bordo a outro a meia nau.

Booked - reserva de espaço/praça no navi

Borda livre - é a parte emersa entre a linha d’água e o convés superior. É a parte do navio que nunca pode ficar abaixo do nível d’água.

Break Bulk - é aquela mercadoria embalada de diferentes maneiras e formas.

Calado - é a distância vertical entre a linha d’água e a parte mais baixa do navio naquele ponto. É demarcada em metros ou pés.

Calado mínimo

Calado máximo = a plena carga

Capatazia - é o serviço de movimentação das mercadorias, realizado pela administração do porto, dentro da área portuária.

Cavernas - peças curvas que se fixam na quilha.

Coberta - corresponde a qualquer convés situado abaixo do convés principal e que é utilizado para habitação da tripulação.

Compartimentos -subdivisões internas de um navio.

Conhecimento de Embarque (Bill of Lading) - é ao mesmo tempo um recibo e um contrato de transporte da carga. É expedido e fornecido pelo armador.

Convés - designação comum aos pavimentos a bordo.

Convés corrido - convés principal, sem superestruturas que se estendem de borda a borda.

Convés principal - primeiro convés contínuo de proa a popa.

Escotilhas - aberturas geralmente retangulares, feitas no convés e nas cobertas, para passagem de ar, luz, pessoal e carga.

Estadia (Laytime) - é o tempo acordado entre as partes ou concedido pelo armador, durante o qual este último colocará e manterá o navio à disposição, para carregamento ou descarga sem pagamento adicional
de frete.

Fator de estiva - é a relação entre o peso e o volume da carga. Acima de 1.000 kg/m3 é considerado alto.

Liners - são navios cargueiros ou porta- contêineres destinados a tráfegos em linhas regulares, com portos de escala, datas de saída e chegada em cada porto pré-determinadas.

Linha d’água - linha que todo navio deve ter gravada no seu costado, para que se possa verificar visualmente se o mesmo está sobrecarregado.

Pau de carga - cada um dos vários aparelhos em forma de lança, geralmente afixados nos mastros do navio, utilizados para içar e conduzir volumes de e para bordo.

Porta-Conteiner - é um navio construído exclusivamente para transporte de contêineres; para tanto dispõe de espaços celulares. Dependendo da rota onde trafega, dispõe ou não de equipamento próprio para movimentação das unidades entre cais e navio. Para acelerar a carga/descarga opera freqüentemente com guindastes portuários (portainers) mesmo quando dispõe de equipamento próprio.

Praças - são alguns dos principais compartimentos em que o navio é subdividido interiormente.

Ship’s convenience - por conveniência do armador. Corresponde freqüentemente a cargas embarca-das em contêiner por conveniência do armador, não cabendo ao dono da carga, em tais casos, o pagamento de frete e despesas adicionais referentes a carga conteinerizada.

Tonelagem de Registro ou de Arqueação Líquida - volume do navio disponível para carga.

Tonelagem de Deslocamento Máximo ou Bruto - é o volume d’água, expresso em peso, deslocado por um navio, quando está com a carga máxima permitida a bordo e nenhuma água de lastro, exceto água de alimentação de reserva (peso do navio + carga + combustível + equipagem e pertences da equipagem)

Tonelagem de Deslocamento Leve - peso do navio completo, pronto para o serviço sob
todos os aspectos, mas sem mantimentos, combustível, água potável, água de alimentação de reserva e nenhuma água nos tanques de lastro e fundos duplos.(Peso do casco + do motor)

Tonelagem Porte Bruto (TPB/ TDW) - diferença entre o deslocamento máximo e o deslocamento leve. Representa, portanto, o peso que o navio é capaz de transportar, ou seja, carga + combustível + equipagem; este último item, na prática, é desprezível.

Tonelagem Porte Líquido (TPL) - é só o peso da carga. O peso do combustível e a equipagem também são chamados de Tonelagem de Porte Operacional.

Topping-off - consiste no carregamento do navio fora do porto de embarque ou durante a viagem para um porto de destino, através de chatas ou carregadores.

Tramp -são navios que não tem rota regular, geralmente associados a grandes carregamentos por embarque, de cargas com baixo valor unitário. Os graneleiros geralmente operam como tramp.

FONTE http://www.ie.ufrj.br/ecex/pdfs/logistica_otimizacao_do_transporte_e_estoques_na_empresa.pdf

domingo, 21 de agosto de 2011

Plano Estadual de Logística de Cargas - RJ


O PELC-RJ representa uma iniciativa coadunada com as diretrizes do PNLT – Plano Nacional de Logística e Transportes – lançado pelo Governo Federal em 2007, visando o desenvolvimento ordenado do sistema de cargas. Trata-se de um planejamento estratégico com visão de médio e longo prazos, que visa contribuir de forma sinérgica com o processo de desenvolvimento socioeconômico do Estado do Rio de Janeiro, resultando na proposição e priorização de projetos e políticas estruturantes no âmbito da infraestrutura logística de cargas.

O desenvolvimento do PELC-RJ considera uma visão sistêmica com análises integradas de modais e outras funções logísticas, permitindo ao Estado do Rio de Janeiro contar com um sistema logístico de cargas capaz de apoiar o crescimento planejado e também possibilitar o aumento da competitividade da infraestrutura fluminense em relação a outras disponibilizadas em âmbito nacional. É, portanto, o plano diretor que orientará as ações do poder executivo estadual e da iniciativa privada na área de transporte de cargas.

Na visão da Comissão de Logística do CRA-RJ, o PELC bem como outros projetos em curso, como por exemplo a revitalização do Porto do Rio de Janeiro, consolidarão a posição do Rio de Janeiro como importante plataforma logística nacional e este movimento trará mais oportunidades para os Administradores que atuam na área de Logística.

Destaca-se também a importância do PELC e demais projetos como parte da infraestrutura necessária para a atração e instalação de novas empresas em nosso Estado, bem como para os grandes eventos esportivos que teremos nos próximos anos (Olimpíadas e Copa do Mundo).

Fonte: http://hrmlogistica.wordpress.com/2011/08/19/plano-estadual-de-logistica-de-cargas-e-apresentado-a-comissao-de-logistica-do-cra-rj/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+wordpress%2FCFgO+%28HRM+Log%C3%ADstica%29

Apresentação do Plano http://ri.llx.com.br/ptb/1128/PELCApres.Edu16fev111132.pdf

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

CONCEITOS IMPORTANTES

O conhecimento do significado de algumas palavras em logística e em comércio exterior é fundamental, são alguns deles:

DOOR TO DOOR
LOGÍSTICA
COMÉRCIO EXTERIOR
COMPETIÇÃO
COMPETITIVIDADE
CUSTO
NÍVEIS DE CUSTO
DESPACHOS
ESTRATÉGIA COMPETITIVA
ARQUITETURAS ORGANIZACIONAIS
PROCESSO DECISÓRIO
INTEGRAÇÃO DO PROCESSO DECISÓRIO
CADEIA INTEGRADA
LOGÍSTICA INTEGRADA
VALOR
AGREAGAÇÃO DE VALOR
CADEIA DE VALOR
SUPPLY CHAIN MANAGEMENT
INTERMODALIDADE
ADUANA
REGIMES ADUANEIROS
ATIVIDADES PRIMÁRIAS
ATIVIDADES DE SUPORTE
DIFERENCIAÇÃO
FOCO
COMMODITIES
LOGÍSTICA EMPRESARIAL
ATIVIDADES LOGÍSTICAS (TRANSPORTE, ARMAZENAMENTO, MANUSEIO, EMBALAGEM, CONTROLE DE ESTOQUES, LOCALIZAÇÃO, PROCESSAMENTO DE PEDIDOS, SUPRIMENTOS DOS MERCADOS E SERVIÇOS AO CONSUMIDOR).
NÍVEL DE SERVIÇO
META DE NÍVEL DE SERVIÇO
ADMINISTRAÇÃO DE LOGÍSTICA
PRODUTO
PROCESSO
PESO-VOLUME
RISCO
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
DISTRIBUIÇÃO FÍSICA
DRAWBACK
INFORMAÇÕES LOGÍSTICAS
SUPRIMENTO
DISTRIBUIÇÃO FÍSICA
PRODUTOS ACABADOS

ESCOLHA ÓTIMA ENTRE MODAIS PARA TRANSPORTE

A escolha do modal (ferroviário, aeroviário, rodoviário, dutoviário e aquaviário) depende da análise integrada, mínima, dos seguintes aspectos:

- CUSTOS
- RAPIDEZ (TEMPO MÉDIO DE ENTREGA)
- GERAÇÃO DE VALOR (PARA O CLIENTE = BENEFÍCIOS ESPERADOS / CUSTO TOTAL DE PROPRIEDADE)
- RISCO/CONFIABILIDADE (PERDAS E DANOS)
- PONTUALIDADE (OU GARANTIA DO PRAZO DE ENTREGA)
- FLEXIBILIDADE(NECESSIDADE DE COMPLEMENTAÇÃO MODAL)
- DISPONIBILIDADE (TEMPO DE TRANSITO E SUA VARIAÇÃO)
- CARACTERÍSTICAS DA MERCADORIA
- VALOR-PESO DAS MERCADORIAS
- MOBILIDADE
- COMPLEMENTAÇÃO (TERMINAIS DE CARGA E DESCARGA, OUTRO MODAL SEMPRE INTEGRADO)
- TEMPO DE PERCURSO
- DISPONIBILIDADE (INFRAESTRUTURA, SISTEMAS OPERACIONAIS E APOIO INSTITUCIONAL)

André Coelho

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

ITEM COMÉRCIO EXTERIOR DO PLANO BRASIL MAIOR GOVERNO FEDERAL 2011


http://www.brasilmaior.mdic.gov.br/oplano/medidas/comercio-exterior/

Comércio Exterior
Desoneração das exportações
• Instituição do Reintegra:
- Devolução ao exportador de bens industrializados de 3% sobre valor exportado.

• Ampliar o ressarcimento de créditos aos exportadores:
- Mais agilidade aos pedidos de ressarcimento no valor de R$ 19 bilhões
- Processamento automático dos pedidos de ressarcimento e pagamento em 60 dias a empresas com escrituração fiscal digital, a partir de outubro de 2011.
- Escrituração fiscal digital obrigatória, a partir de março de 2012.

Defesa comercial
• Intensificação da defesa comercial: antidumping, salvaguardas e medidas compensatórias:
- Redução de prazos: de 15 para 10 meses (investigação) e de 240 para 120 dias (aplicação de direito provisório).

• Combate à circunvenção:
- Extensão de direitos antidumping ou de medidas compensatórias a importações cujo objetivo seja reduzir a eficácia de medidas de defesa comercial em vigor.

• Combate à falsa declaração de origem:
- Indeferimento da licença de importação no caso de falsa declaração de origem, após investigação.

• Combate a preços subfaturados:
- Fortalecimento da fiscalização administrativa dos preços das importações, para identificação de casos de subfaturamento.

• Aperfeiçoamento da estrutura tarifária do Imposto de Importação com foco na Política:
- Apoiar, no âmbito do Mercosul, a proposta de criação de mecanismo para permitir aumento do imposto de importação.

• Aumento da exigência de certificação compulsória:
- Instituição (ou ampliação) de tratamento administrativo para importações de produtos sujeitos à certificação compulsória e fortalecimento do controle aduaneiro desses produtos, mediante cooperação entre Inmetro, Secex e Receita Federal.
- 150 novos servidores (Inmetro)

• Fortalecimento do combate a importações ilegais:
- Acordo de cooperação MJ-MDIC para combater a violação de propriedade industrial e de certificação compulsória

• Suspensão de ex-tarifário para máquinas e equipamentos usados:
- Revisão da Resolução CAMEX suspendendo a concessão de ex-tarifário para bens usados.

• Quadruplicar o número de investigadores de defesa comercial:
- Ampliar de 30 para 120 o número de investigadores de defesa comercial.

Financiamento e garantia para exportações
• Criação de Fundo de Financiamento à Exportação de MPME – Proex Financiamento:
- Fundo de natureza privada criado no BB para empresas com faturamento de até R$ 60 milhões.
- A União é o principal cotista (aporte inicial), mas outras instituições poderão fazer parte do fundo.
- Alimentado com os retornos futuros do Proex Financiamento.
- Aprovação na alçada do BB.
- Seguro de crédito à exportação/FGE: sistema informatizado para emissão de apólice on line BB ou BNDES.

• Enquadramento automático Proex Equalização:
- Definição de spreads de referência que terão aprovação automática nas exportações de bens e serviços.
- Empresas com faturamento de R$ 60 a R$ 600 milhões continuarão com condições de financiamento equiparadas ao Proex Financiamento.

• FGE limite rotativo instituições financeiras – países de maior risco:
- Fundo de Garantia à Exportação com limite de US$ 50 milhões ao ano para exportação de bens manufaturados.
- Pagamento do financiamento abre saldo para novas operações

Promoção comercial
• Entrada em vigor do Ata-Carnet:
- Facilitação da circulação dos bens em regime de admissão temporária (sem a incidência de tributos).

• Estratégia Nacional de Exportações:
- Adoção de estratégia de promoção comercial por produtos/serviços prioritários em mercados selecionados e adoção dos Mapas de Comex por Estado.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

ESTATÍSTICAS DE COMEX ATUALIZADAS DO MDIC

Balança comercial SEMANAL

http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=567

Balança Comercial - dados consolidados

http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=571

Balança comercial brasileira: cooperativas

http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=3186

Conhecendo o Brasil em Números

http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=2701

Intercâmbio comercial brasileiro: países e blocos econômicos

http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=576

Encomex empresarial ajuda empresários baianos a aprender a exportar

(NOTÍCIA DE 04/08/2011 DO MDIC http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=5¬icia=10868; Mais informações para a imprensa:Assessoria de Comunicação Social do MDIC (61) 2027-7190 e 9970-0178 Mara Schuster mara.schuster@mdic.gov.br)


Salvador-BA (4 de agosto) – Durante os dois dias do Encomex, mais de 1.300 pessoas passaram pelo Centro de Convenções de Salvador para participar de palestras, oficinas, mesas redondas, e conversar com especialistas em comércio exterior.

Ivana Batista, dona de uma empresa de cosméticos localizada na região metropolitana de Salvador, trouxe seus produtos para o showroom que reuniu 22 empresas baianas. Para Ivana, a facilidade de acesso a informações foi uma das principais vantagens do Encontro de Comércio Exterior organizado pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

“Para entrar no mercado externo é preciso estar bem preparado. Nós, que somos pequenos, muitas vezes não sabemos onde encontrar orientações. Já tivemos oportunidade de exportar, mas não estávamos preparados”, concluiu.

Para facilitar a troca de informações, durante o Encomex os expositores tiveram acesso direto aos órgãos que atuam no comércio exterior brasileiro, como Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC); Ministério das Relações Exteriores (MRE); Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil); além de Sebrae, BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste, Federação das Indústrias da Bahia e Governo do Estado da Bahia.

Participaram do showroom, empresas com diferentes níveis de experiência em exportação. Mas todas tinham em comum, a certeza da importância do diferencial competitivo. Um exemplo é o café gourmet fabricado pela família de Bianica Araújo, na Chapada Diamantina. O produto diferenciado já faz sucesso no Brasil, onde é vendido para cafeterias especializadas.

Para Bianica, a experiência de participar do Encomex será importante para a empresa dar novos passos rumo ao mercado externo. “Foi excelente. Os contatos que nós tivemos foram fundamentais, até porque somos pequenos produtores. Acredito que o Encomex abrirá caminhos”, disse.

Troca de experiências

Os empresários da Bahia tiveram contato também com grandes empresas exportadoras de carne, de motores e de eletrodomésticos, que foram convidadas a participar das palestras que lotaram o auditório principal. Executivos de grandes empresas que investem em inovação também falaram de suas experiências no mercado internacional.

Especialistas em comércio exterior também foram convidados para orientar e tirar dúvidas dos empresários. Carlos Nunez, que tem uma fábrica de óculos para crianças, acredita que a participação no Encomex vai ajudar a empresa a vender mais para o Mercosul. Fabiana Magalhães, responsável pelo setor comercial de uma empresa de brindes promocionais, está confiante que, com as dicas do Encomex, a empresa conseguirá exportar pela primeira vez.

Roberto Dantas, diretor do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (Depla) do MDIC, avalia que a mudança de formato do Encomex, agora em versão Empresarial, privilegiando o atendimento às empresas, cumpriu seu papel. “O Encomex favorece a interação entre gestores e empresários. Todos ganham”, concluiu. Os próximos encontros serão realizados em Porto Velho(RO) nos dias 15 e 16 de setembro e em Curitiba(PR) de 1 a 2 de dezembro.

Para saber mais sobre o Encomex Empresarial, acesse:
www.encomex.mdic.gov.br

Fiat pode subir em R$ 1 bi investimento em nova fábrica no Brasil

(reportagem da Reuters de terça-feira, 9 de agosto de 2011)

A montadora italiana Fiat pode elevar os investimentos previstos para sua segunda fábrica no Brasil em até R$ 1 bilhão, em meio a uma possível expansão de 25% na capacidade do projeto.

Em evento nesta terça-feira, 9, para anunciar a instalação da nova fábrica na cidade pernambucana de Goiana, o presidente do grupo Fiat para a América Latina, Cledorvino Belini, afirmou que a empresa tem perspectiva de elevar a capacidade final da nova fábrica dos atuais 200 mil veículos por ano projetados para 250 mil.

O projeto original, que previa a instalação da fábrica no complexo portuário de Suape, também em Pernambuco, acabou sendo transferido para Goiana, a 65 km de Recife. A cidade possui um terreno grande e plano o suficiente para abrigar a fábrica integrada a uma pista de testes e fornecedores de autopeças.

O plano inicial da Fiat era de investir R$ 3 bilhões na construção da fábrica, mas com a mudança para a área maior de Goiana e a perspectiva de aumento da capacidade do projeto para 250 mil unidades anuais o valor pode subir para entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4 bilhões, disse Belini em apresentação em Pernambuco, segundo a assessoria. A expectativa da Fiat é que a nova fábrica comece a operar entre o final de 2013 e início de 2014. A unidade montará uma plataforma de veículos para produção em grande escala para atender ao mercado latino-americano. (Reuters)

sábado, 6 de agosto de 2011

Fórum Internacional de Logística

Maior e mais conceituado evento de logística e supply chain do Brasil

Inscrições Abertas

Esta edição do Fórum Internacional de Logística mantém a tradição de reunir um conteúdo abrangente, objetivando oferecer uma plataforma de compartilhamento de conhecimento entre os participantes do evento.



A programação explora o contexto de negócios, tendências e desafios globais que condicionam os mercados e direcionam o ambiente competitivo, passando pelas questões estratégicas e abordagens gerenciais que determinam a atuação empresarial, chegando ao nível de processo, tecnologia e capacitação profissional no âmbito de atuação das empresas. Todo o conteúdo tem como ênfase a perspectiva da gestão do Supply Chain.

Neste ano, teremos como novidade a apresentação dos ganhadores do Prêmio ILOS, que visa a reconhecer os melhores prestadores de serviços logísticos do Brasil em 2011, na percepção das empresas embarcadoras.

http://www.ilos.com.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=1758&Itemid=435

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

PRINCIPAIS ÓRGÃOS DE COMÉRCIO EXTERIOR

SRF-Secretaria da Receita Federal;
CBN- Comitê Brasileiro de Normas;
CMN-Conselho Monetário Nacional;
BCB ou Bacen-Banco Central do Brasil;
Secex-Secretaria de Comércio Exterior;
Departamento de Operações de Comércio Exterior;
Deint-Departamento de Negociações Internacionais;
Decon-Departamento de Defesa Comercial;
Camex-Câmara de Comércio Exterior; Siscomex-Sistema de Comércio Exterior;
Apex- Apex Brasil - Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (http://www.apexbrasil.com.br).

MANUAL COMEX

Click no link para acessar o Manual de Comércio Exterior.

http://intranet.sefaz.ba.gov.br/tributaria/fiscalizacao/manualcomex.pdf

PROJETO COMEX

Trabalho 1 (3,0 pontos) - Matriz de Atribuições (Primeira quinzena);
Trabalho 2 (2,0 pontos) - Relação de Definições e Conceitos (Segunda quizena);
Trabalho 3 (2,0 pontos) - Aprofundamento com análise de texto escolhido na revista (Terceira quinzena);
Trabalho 4 (3,0 pontos) - Trabalho final conforme modelo disponibilizado (Última aula);

sábado, 30 de julho de 2011

Ipea lança boletim sobre tecnologia, produção e comércio exterior

"O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lança hoje (30), às 9h30, a oitava edição do boletim Radar que trata de produção industrial, licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e análise de impacto regulatório.

Produzido pela Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, Inovação, Produção e Infraestrutura (Diset) do Ipea, o boletim Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior traz, nesta edição, três artigos. O primeiro, de Luiz Bahia, Fabiano Pompermayer e Divonzir Gusso, é uma descrição preliminar da produção setorial da indústria no período de 2007 a 2010.

O segundo, de Carlos Xavier, analisa os compromissos de conteúdo local firmados pelas empresas petrolíferas, especialmente a Petrobras, nas rodadas de licitação da ANP.

O terceiro artigo é de Lucia Helena Salgado e Michelle Holperin. Com o título Análise de Impacto: Ferramenta e Processo de Aperfeiçoamento da Regulação, o texto mostra como são feitas as agendas de melhoria da qualidade de regulação nos Estados Unidos e no Reino Unido e como funciona a análise de impacto regulatório nesses países.

Fonte: Agência Brasil em 30/06/2010
Notícia postada pelo portal Logística Total"

http://logisticatotal.com.br/noticia/ipea-lanca-boletim-sobre-tecnologia-producao-e-comercio-exterior/53e3a7161e428b65688f14b84d61c610